quinta-feira, 13 de setembro de 2007


terça-feira, 11 de setembro de 2007

Placas de vídeo 3D




Depois do processador, memória e HD, a placa de vídeo é provavelmente o componente mais importante do PC. Originalmente, as placas de vídeo eram dispositivos simples, que se limitavam a mostrar o conteúdo da memória de vídeo no monitor. A memória de vídeo continha um simples bitmap da imagem atual, atualizada pelo processador, e o RAMDAC (um conversor digital-analógico que faz parte da placa de vídeo) lia a imagem periodicamente e a enviava ao monitor.
A resolução máxima suportada pela placa de vídeo era limitada pela quantidade de memória de vídeo. Na época, memória era um artigo caro, de forma que as placas vinham com apenas 1 ou 2 MB. As placas de 1 MB permitiam usar no máximo 800x600 com 16 bits de cor, ou 1024x768 com 256 cores. Estavam limitadas ao que cabia na memória de vídeo.
Esta da foto a seguir é uma Trident 9440, uma placa de vídeo muito comum no início dos anos 90. Uma curiosidade é que ela foi uma das poucas placas de vídeo "atualizáveis" da história. Ela vinha com apenas dois chips de memória, totalizando 1 MB, mas era possível instalar mais dois, totalizando 2 MB. Hoje em dia, atualizar a memória da placa de vídeo é impossível, já que as placas utilizam módulos BGA, que podem ser instalados apenas em fábrica.

Trident 9440


Em seguida, as placas passaram a suportar recursos de aceleração, que permitem fazer coisas como mover janelas ou processar arquivos de vídeo de forma a aliviar o processador principal. Esses recursos melhoram bastante a velocidade de atualização da tela (em 2D), tornando o sistema bem mais responsivo.
Finalmente, as placas deram o passo final, passando a suportar recursos 3D. Imagens em três dimensões são formadas por polígonos, formas geométricas como triângulos e retângulos em diversos formatos. Qualquer objeto em um game 3D é formado por um grande número destes polígonos, Cada polígono tem sua posição na imagem, um tamanho e cor específicos. O "processador" incluído na placa, responsável por todas estas funções é chamado de GPU (Graphics Processing Unit, ou unidade de processamento gráfico).





Quase todo o processamento da imagem em games 3D é feito pela placa 3D





Para tornar a imagem mais real, são também aplicadas texturas sobre o polígonos. Uma textura nada mais é do que uma imagem 2D comum, aplicada sobre um conjunto de polígonos. O uso de texturas permite que um muro realmente tenha o aspecto de um muro de pedras, por exemplo, já que podemos usar a imagem de um muro real sobre os polígonos.
O uso das texturas não está limitado apenas a superfícies planas. É perfeitamente possível moldar uma textura sobre uma esfera, por exemplo. Quanto maior o número de polígonos usados e melhor a qualidade das texturas aplicadas sobre eles, melhor será a qualidade final da imagem. Veja um exemplo de aplicação de texturas:

Polígonos e imagem finalizada (cortesia da nVidia)


O processo de criação de uma imagem tridimensional é dividido em três etapas, chamadas de desenho, geometria e renderização. Na primeira etapa, é criada uma descrição dos objetos que compõem a imagem, ou seja: quais polígonos fazem parte da imagem, qual é a forma e tamanho de cada um, qual é a posição de cada polígono na imagem, quais serão as cores usadas e, finalmente, quais texturas e quais efeitos 3D serão aplicados. Depois de feito o "projeto" entramos na fase de geometria, onde a imagem é efetivamente criada e armazenada na memória da placa 3D.
Ao final da etapa de geometria, todos os elementos que compõem a imagem estão prontos. O problema é que eles estão armazenados na memória da placa de vídeo na forma de um conjunto de operações matemáticas, coordenadas e texturas, que ainda precisam ser transformadas na imagem que será exibida no monitor. É aqui que chegamos à parte mais complexa e demorada do trabalho, que é a renderização da imagem.
Essa última etapa consiste em transformar as informações armazenadas na memória em uma imagem bidimensional que será mostrada no monitor. O processo de renderização é muito mais complicado do que parece; é necessário determinar (a partir do ponto de vista do espectador) quais polígonos estão visíveis, aplicar os efeitos de iluminação adequados, etc.
Apesar de o processador também ser capaz de criar imagens tridimensionais, trabalhando sozinho ele não é capaz de gerar imagens de qualidade a grandes velocidades (como as demandadas por jogos complexos), pois tais imagens exigem um número absurdo de cálculos e processamento. Para piorar ainda mais a situação, o processador tem que ao mesmo tempo executar várias outras tarefas relacionadas com o aplicativo.
As placas aceleradoras 3D, por sua vez, possuem processadores dedicados, cuja função é unicamente processar as imagens, o que podem fazer com uma velocidade incrível, deixando o processador livre para executar outras tarefas. Com elas, é possível construir imagens tridimensionais com uma velocidade suficiente para criar jogos complexos a um alto frame-rate.






GeForce 8800 GTS


Depois dos jogos e aplicativos profissionais, os próximos a aproveitarem as funções 3D das placas de vídeo foram os próprios sistemas operacionais. A idéia fundamental é que, apesar de toda a evolução do hardware, continuamos usando interfaces muito similares às dos sistemas operacionais do final da década de 80, com janelas, ícones e menus em 2D. Embora o monitor continue sendo uma tela bidimensional, é possível criar a ilusão de um ambiente 3D, da mesma forma que nos jogos, permitindo criar todo tipo de efeitos interessantes e, em alguns casos, até mesmo úteis ;).
No caso do Windows Vista temos o Aero, enquanto no Linux a solução mais usada é o AIGLX, disponível na maioria das distribuições atuais:


Efeito de cubo do AIGLX, que permite alternar entre diversos desktops virtuais



Com a evolução das placas 3D, os games passaram a utilizar gráficos cada vez mais elaborados, explorando os recursos das placas recentes. Isso criou um círculo vicioso, que faz com que você precise de uma placa razoavelmente recente para jogar qualquer game atual.
As placas 3D atuais são praticamente um computador à parte, pois além da qualidade generosa de memória RAM, acessada através de um barramento muito mais rápido que a do sistema, o chipset de vídeo é muito mais complexo e absurdamente mais rápido que o processador principal no processamento de gráficos. O chipset de uma GeForce 7800 GT, por exemplo, é composto por 302 milhões de transistores, mais do que qualquer processador da época em que foi lançada.
As placas 3D offboard também incluem uma quantidade generosa de memória de vídeo (512 MB ou mais nos modelos mais recentes), acessada através de um barramento muito rápido. O GPU (o chipset da placa) é também muito poderoso, de forma que as duas coisas se combinam para oferecer um desempenho monstruoso.
Com a introdução do PCI Express, surgiu também a possibilidade de instalar duas, ou até mesmo quatro placas, ligadas em SLI (no caso das placas nVidia) ou CrossFire (no caso das placas AMD/ATI), o que oferece um desempenho próximo do dobro (ou do quádruplo) obtido por uma placa isolada. Aqui, por exemplo, temos duas placas AMD/ATI X1950 em modo CrossFire:



Duas placas AMD/ATI X1950 em modo CrossFire

Longe do mundo brilhante das placas de alto desempenho, temos as placas onboard, que são de longe as mais comuns. Elas são soluções bem mais simples, onde o GPU é integrado ao próprio chipset da placa-mãe e, em vez de utilizar memória dedicada, como nas placas offboard, utiliza parte da memória RAM principal, que é "roubada" do sistema.
Mesmo uma placa antiga, como a GeForce 4 Ti4600, tem 10.4 GB/s de barramento com a memória de vídeo, enquanto ao usar um pente de memória DDR PC 3200, temos apenas 3.2 GB/s de barramento na memória principal, que ainda por cima precisa ser compartilhado entre o vídeo e o processador principal. O processador lida bem com isso, graças aos caches L1 e L2, mas a placa de vídeo realmente não tem para onde correr. É por isso que os chipsets de vídeo onboard são normalmente bem mais simples: mesmo um chip caro e complexo não ofereceria um desempenho muito melhor, pois o grande limitante é o acesso à memória.
De uma forma geral, as placas de vídeo onboard (pelo menos os modelos que dispõem de drivers adequados) atuais atendem bem às tarefas do dia-a-dia, com a grande vantagem do custo. Elas também permitem rodar os games mais antigos, apesar de, naturalmente, ficarem devendo nos lançamentos recentes. As placas mais caras são reservadas a quem realmente faz questão de rodar os games recentes com uma boa qualidade. Existem ainda modelos de placas 3D específicos para uso profissional, como as nVidia Quadro.










Sobre downloads, instalações e desinstalações de programas

Vera, você vive falando em “fazer download” de um programa. Mas, afinal, o que significa isto?
Na Internet é muito comum fazermos “download” de um programa, ou seja, “baixarmos” um software para nosso micro, usando a rede. Temos vários programas disponíveis para download na Net, ou seja, que podemos “trazer para dentro de nosso micro” a partir de um computador remoto. Na verdade não é apenas de programas (arquivos executáveis, terminação *.exe) que podemos fazer download. Podemos fazer download de fotos, textos, sons, do que quisermos e estiver acessível. Na verdade, cada vez que acessamos uma página da Web, estamos fazendo “download” da mesma, ou seja, ela está sendo carregada para nosso micro de um computador remoto.
Existem programas disponíveis na Web chamados de freeware (pelo qual não precisamos pagar nada), outros chamados de shareware (também não pagamos nada, mas de duas uma: ou o programa é limitado – funciona “parcialmente” ou expira após um determinado período) que destinam-se a servir como demonstração para que você posteriormente o adquira pagando alguns dólares. Os “expiráveis” também são chamados de “trial” e os limitados de “demo”.
O processo inverso do download é o upload, isto é, quando você envia arquivos de seu micro para um computador remoto. Quando estou publicando minhas páginas na Net, na realidade estou enviando arquivos de minha máquina para um servidor remoto. Do meu ponto de vista, estou fazendo um “upload”. Por isto que vocês podem acessar o meu site a hora que quiserem, ele sempre estará lá... Ou pensam que fico com meu micro ligado 24 horas por dia? Na verdade quando se cria um site, temos que enviar todas as páginas e atualizações para um computador hospedeiro que fica disponível o tempo todo!
Em “links da hora” eu indico vários sites onde você pode fazer download de softwares interessantes. Um exemplo é o ICQ (acrônimo para I Seek You – Eu procuro você). Este é um programa gratuito, e você pode fazer o download no Site da Mirabilis.
Bem, toda vez que você clica no link para download, ser-lhe-á feita uma pergunta (pelo Windows): “executar este programa a partir do local atual” ou “deseja salvar este arquivo em disco?” (normalmente esta última opção está marcada). O procedimento correto é escolher esta alternativa – salvar em disco. A seguir, aparecerá uma caixa de diálogo perguntando-lhe em que local deseja salvar o arquivo e com que nome (e também “salvar como tipo”). O nome é aconselhável que você deixe como está (ou, se mudar o nome, não mude a extensão, pois isto provavelmente fará com que o arquivo não funcione!). Quanto ao local, é importante que você se lembre mais tarde ONDE mandou salvar o seu arquivo, OK?
Normalmente, já existe um local pré-definido na caixa de diálogo. Se você quiser que seu arquivo seja salvo lá, não mude. Se quiser salvar em outro local, especifique outra pasta (aqui são necessários conhecimentos de Windows Básico - gerenciamento de pastas e arquivos). É importante, caso você não saiba ou não queira alterar o local, anotar num papel (ou na cabeça, se confiar em sua memória...) ONDE mandou salvar este arquivo. Após ter especificado (ou aceito o local pré-definido), clique em OK. Depois de um certo tempo (te aconselho a ir tomar um lanche, ver televisão...), que vai depender do tamanho do arquivo, da capacidade de seu modem e da qualidade de sua linha telefônica, o processo será finalizado. Por vezes ocorre da linha cair durante a transferência, e isto é bastante irritante, por isto os usuários mais avançados costumam usar outros programas para download, que não fazem parte do pacote Windows, como o GetRight, por exemplo. Estes programas permitem reiniciar uma transferência a partir do ponto em que ela foi interrompida. Mas não falaremos disto por hoje.
Bem, o próximo passo será instalar o programa – caso você tenha efetuado download do mesmo. Para tanto, localize o arquivo executável na pasta onde você mandou salvá-lo e clique sobre este. Os demais procedimentos correspondem à instalação de qualquer programa – veja a pergunta referente a instalação de programas.

Como eu faço para instalar um programa?
Caso você tenha adquirido este programa na Internet, via download, localize a pasta onde o arquivo executável encontra-se e clique sobre o mesmo. O processo de instalação será iniciado.
Caso você deseje instalar um software a partir de um disquete ou CD, existem 2 maneiras diferentes de começar a instalar. Uma é através do Windows Explorer ou Meu Computador – localizando o arquivo executável relativo à instalação – geralmente setup.exe, instalar.exe, install.exe, config.exe, etc..., no respectivo drive, e clicando sobre o mesmo. Mas vou me ater à segunda alternativa, mais fácil.
Acesse o menu Iniciar ® Configurações ® Painel de Controle. Dentro da janela que aparece, clique sobre o ícone “Adicionar e Remover Programas”.
A janela será aberta na guia Instalar/Desisntalar. Clique no botão Instalar. O Windows irá procurar em que drive encontra-se o CD ou disquete de instalação e o arquivo executável. Caso não o encontre (o que é pouco provável), aparecerá uma janela para que você procure manualmente o arquivo de instalação (com terminação EXE) para que a mesma tenha início. Caso isto seja preciso, será necessário que você possua mínimos conhecimentos sobre manuseio de pastas e arquivos.
Mas vamos partir do princípio de que o Windows encontrou o seu arquivo – o restante da instalação é bastante intuitivo, bastando normalmente clicar em next, próximo, adiante, continuar, coisas do gênero. No entanto, de vez em quando é preciso dar uma pensada, OK?
No caso de um download, você vai seguir os mesmos passos acima descritos para a instalação. Só que ao invés de inserir um CD ou disquete, o seu arquivo executável estará naquela pasta que lhe foi mostrada quando você mandou fazer o download (vide pergunta referente a download). Da mesma forma, o processo de instalação básico é bem parecido a maior parte das vezes.
No caso específico do ICQ, existe um momento em que você deverá estar conectado à Internet, pois existem passos da instalação que dependem de um número que lhe será fornecido por um servidor remoto (o número UIN – Universal Internet Number, que lhe será fornecido quando da instalação do ICQ). Portanto, o processo é um cadinho mais complicado para os iniciantes. Talvez eu faça um tutorial a respeito... Cobrem-me! Mas se você estiver disposto a tentar, saiba que vai ser preciso escolher uma senha e um nick (apelido, em inglês). Anote o nick, número UIN e senha em algum lugar (prioritariamente esta última), tendo de preferência um papel à mão (aquele antigo, de celulose, que os cupins adoram!).

E como desistalar um programa? Como não devo fazer para desinstalá-lo?
O QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER:
Pessoal, o que gente aparentemente tarimbada faz de burrice quando se trata de desinstalar um programa não está escrito! Talvez por se lembrarem dos velhos tempos do DOS ou do Windows 3.1, quando tudo era menos complexo, os “experts” costumam muitas vezes desinstalar um programa simplesmente deletando a pasta na qual estão contidos os seus arquivos! E o que isto costuma dar de problemas... Já tive que socorrer vários amigos e reinstalar o próprio Windows por causa desta pequena leviandade... E não pensem que são pessoas cruas em informática não. Alguns são até estudantes de computação!
Ocorre que quando você simplesmente deleta a pasta referente ao programa (geralmente com o seu nome), por vezes o Windows trava na inicialização – no processo chamado Post (Power On Self Test) – aquele carregamento dos arquivos que “trazem” o sistema operacional para sua máquina. Com freqüência aparece uma tela preta dizendo que falta o arquivo *.vxd. Isto aconteceu com um amigo. Ele precisava teclar "enter" em todas as telas até que o Windows conseguisse finalmente entrar - aos trancos e barrancos! Por vezes o Windows não entra de jeito nenhum. PORTANTO, EM HIPÓTESE ALGUMA DESISTALEM UM PROGRAMA DELETANDO A PASTA QUE CONTÉM OS SEUS ARQUIVOS!
E se você, por azar, acabou de fazer a besteira, mas a pasta ainda está na Lixeira, vá lá, cate de volta e tudo vai funcionar direitinho! Mas caso a tenha esvaziado... pode chorar!
CUIDADO COM O USO INADVERTIDO DOS ATALHOS PARA UNINSTALL QUE APARECEM NO MENU INICIAR. Se por engano você clicou lá (e provavelmente, sem perceber, confirmou), então deixe a desinstalação ser completada. Se tentar cancelar ou desligar o computador vai ser pior. Isto aconteceu recentemente com um amigo, e vou ter que tentar reinstalar o programa.
Melhor explicando: estes atalhos para desinstalar um programa são válidos e muito úteis quando você realmente deseja desinstalá-los. Mas se o que você queria era simplesmente acessar o programa e clicou lá por engano... Este é o problema que estou relatando! Se o processo começou, mesmo contra a sua vontade, não o interrompa – poderá complicar depois o processo de reinstalação.

A MANEIRA CORRETA DE DESISTALAR UM PROGRAMA
Acesse o menu Iniciar ® Configurações ® Painel de Controle. Dentro da janela que aparece, clique sobre o ícone “Adicionar e Remover Programas”.
A janela será aberta na guia Instalar/Desisntalar. Será exibida uma lista dos programas instalados pelo Windows – desde que programas elaborados para Windows 95/98. Clique no programa que deseja desinstalar, selecionando-o. Aparecerá a opção “Adicionar ou Remover”. Vá seguindo os passos, confirmando que deseja realmente remover, e assim por diante, de uma maneira semelhante à da instalação de programas – mas bem mais rápida.
Outra forma é a mencionada acima, clicando nas opções de UNINSTALL que por vezes aparecem no Menu Iniciar, na mesma pasta que possui o atalho para executar o programa. Se a sua intenção é desinstalar, esta é uma opção igualmente válida.

Como instalar uma câmara digital no Windows XP e Millenium










Escrevo esta matéria por ter procurado em vão no Google por algo similar e não ter encontrado nenhuma referência, apenas no site da Microsoft. Adianto-lhes que tudo que estou aprendendo é sozinha, pois inclusive trabalho com o sistema operacional em alemão, idioma que ainda não domino, e exercer o auto-didatismo por estas bandas não é lá tão fácil... (resido na Alemanha, clique na foto se quiser saber algo mais sobre mim...)
Portanto, vou elaborando este artigo por partes, acrescentando aos poucos o que for necessário, mas pelo menos assim as pessoas poderão encontrar alguma referência que eu mesma não pude encontrar.








Em tempo: ao redigir este artigo, finalmente encontrei uma página da Microsoft do Brasil que pode ajudar bastante!
Anotem: http://www.blogger.com/








Atenção!!! Se você trabalha com Windows 98, precisará instalar o driver (software) da câmara, que deve vir junto com a mesma. Esta matéria aplica-se a usuários do Windows XP ou Millenium.








CONEXÃO DOS CABOS E RECONHECIMENTO DO NOVO HARDWARE PELO WINDOWS

Em primeiro lugar plugar o cabo USB na câmera e no micro desligado. Verificar se as conexões estão bem firmes. Com a câmara LIGADA, ajustar o botão próprio para o modo TRANSFERÊNCIA DE DADOS. Recomenda-se usar uma fonte de energia alternativa, um adaptador AC para corrente elétrica, caso contrário as pilhas se esgotarão rapidamente. Só então ligar o computador.
Após reinicializado, o sistema operacional deverá reconhecer automaticamente o novo hardware: a câmara, a conexão USB, depois identificando a marca, luzes piscarão na câmara e iniciar-se-á o assistente para transferência de dados no Windows. É identificado novo drive - "encarado" pelo sistema operacional como um disco removível.
OBS: eu trabalho com uma câmara digital MINOLTA DIMAGE S414 e sistemas operacionais Windows Xp e Windows Millenium








WINDOWS XP: O ASSISTENTE DE SCANNER E CÂMERA DO WINDOWS XP










Figura 1: Copiar fotos para uma pasta ou meu computador usando o Assistente de scanner e câmera do Microsoft . (mensagem na barra de tarefas: encontrado novo hardware)




Figura 2: Com este assistente você pode transferir imagens de uma câmara, de um scanner ou de outro periférico, para um computador, uma rede ou transferir as fotos para a Web.



Figura 3: Escolha as fotos para copiar, ou antes disto explore uma das possibilidades oferecidas pelo Assistente. Neste caso TODAS as fotos foram selecionadas, 31.



Figura 4: Nome do grupo de fotos e pasta de destino - aqui você escolhe um nome para esta seleção de fotos, que serão agrupadas em uma pasta, e também escolhe em que local esta pasta será gravada. Por definição em Minhas imagens\imagem
Importante!!! Ticando no "quadradinho em branco" (caixa de seleção), existe a possibilidade de deletar as fotos do cartão após o processo de cópia. Se você quiser zerar o seu cartão via Windows, está aqui uma boa opção. Mas só faça isto se tiver certeza do que está fazendo!!! Se tiver alguma dúvida, esqueça!!! Você poderá fazer isto noutra ocasião!!!

COMO CAPTURAR IMAGENS E TRABALHÁ-LAS USANDO A TECLA PRINT SCREEN OU PROGRAMAS AUXILIARES



PARA QUE SERVE A TECLA PRINT SCREEN DO TECLADO?

Eis uma pergunta deveras importante. Através desta tecla poderemos capturar uma imagem da tela do computador, enviando-a à área de transferência do Windows. Bem, mas você poderia então me indagar: mas o que vem a ser "área de transferência"?...

MAS O QUE É ÁREA DE TRANSFERÊNCIA???

OK, chamamos de área de transferência (em inglês o termo é CLIPBOARD) a uma parte da memória RAM do computador onde podemos armazenar temporariamente qualquer tipo de "objeto" para depois realocá-lo em outro "local", seja dentro do mesmo programa ou em outro. Este "objeto" pode ser, por exemplo, um som, uma imagem, um bloco de texto, uma planilha eletrônica, uma tabela, enfim, o que quisermos!!! Normalmente, para enviarmos um objeto - seja ele qual for - à área de transferência nos utilizamos via teclado das teclas CONTROL + C pressionadas simultaneamente. Este objeto lá permanecerá, até que enviemos outro em seu lugar. Se você pressionar CONTROL C duas ou dez vezes, mandando para a clipboard diferentes objetos, o que lá estará será o último enviado. Assim que você "manda" algo novo para a clipboard, o que antes lá estava será substituído pelo novo objeto.
E, finalmente, para "resgatar" o objeto em outro local, utilizamo-nos de outra combinação de teclas: CONTROL + V, pressionadas ao mesmo tempo.
ATENÇÃO: neste processo, o objeto estará sendo COPIADO para o novo local. Se a sua intenção for realmente "transferir" o objeto de um local para outro, deletando-o de sua origem para colá-lo no destino, você poderá utilizar-se das teclas CONTROL + X (recortar, cut). Eu, particularmente, não me utilizo muito deste comando. Prefiro copiar do local de origem (CONTROL C), a seguir colar no local de destino (CONTROL V) e depois simplesmente deletar manualmente o objeto no local de origem, através, por exemplo, da tecla DEL (delete). Acho mais seguro realizar o processo por etapas - evita acidentes desagradáveis.

VERA, MAS EU SÓ QUERIA SABER PRA QUE RAIOS SERVE ESTA TECLA PRINT SCREEN!!!

Quando você tecla PRINT SCREEN, você envia á área de transferência do Windows a imagem que aparece na tela do micro. Sim, a tela inteira, incluindo a barra de tarefas, aquele retângulo que ocupa a parte inferior. Recentemente aprendi um truque: pressionando PRINT SCREEN juntamente com a tecla ALT (ALT + PRINT SCREEN), estando você com uma caixa de diálogo ou janela ativa, o que irá para a clipboard é esta janela, e não a tela toda!!!

TOU BOIANDO... PRA QUE SERVE TUDO ISTO???

Bem, a partir do momento em que você tem uma imagem da tela de seu micro na área de transferência, poderá colá-la, através das teclas CONTROL + V onde quiser. Exemplos: no programa WORD, no FRONTPAGE, e num editor de imagens, como o Adobe Photoshop, o Paint Shop Pro ou simplesmente no Paint que está nos ACESSÓRIOS do Windows (Iniciar > programas > acessórios> Paint).
Vamos supor que você use o programa Paint ou algum outro editor de imagens (o word vai salvar automaticamente a imagem assim que o arquivo for salvo, já incorporada ao mesmo; o frontpage também salva, mas como um arquivo à parte): cole lá a sua tela ou parte dela (uma janela, uma caixa de diálogo) teclando CONTROL V. A partir daí esta imagem poderá ser trabalhada, como se faz normalmente com todos os editores de imagens, e depois salva, por exemplo, no formato JPG.

PARA QUE EU PRECISO SALVAR UMA IMAGEM DA TELA DE MEU COMPUTADOR?

Gente, isto é super útil!!! Eu uso para elaborar meus artigos de informática, inclusive este. Mas uma outra aplicação é a seguinte: vamos supor que você deseje fazer alterações importantes no Windows, mudar configurações que você não conhece direito, e gostaria de saber o que está fazendo, para poder desfazer depois em havendo necessidade. Mais fácil do que escrever num papel, é simplesmente "fotografar" as telas com as configurações ANTES e DEPOIS de sua interferência.

VAI MUDAR AS CONFIGURAÇÕES DE SEGURANÇA, CONTROLES ACTIVEX E ALGO QUE O VALHA???

Ok, vá sem medo mas consciente do que está fazendo!!! Fotografe passo a passo tudo o que fizer, pode ser direto no programa WORD (eu uso o Frontpage por estar atualmente mais acostumada), sem pressa, passo-a-passo.
Depois de tudo feito, tendo você todas as informações de como tudo estava ANTES e DEPOIS de suas alterações, IMPRIMA NUMA FOLHA UMA PÁGINA COM AS INFORMAÇÕES. Por conhecer um pouco deste universo "informático", eu sempre digo: NUNCA CONFIE EM COMPUTADORES, use mídias removíveis confiáveis, seja um CD, disquetes, ou simplesmente o velho e amigável papel!!!

É POSSÍVEL ACESSAR ESTA MISTERIOSA ÁREA DE TRANSFERÊNCIA? ONDE FICA ESTE BICHO?

Para acessar o conteúdo da área de transferência, clique em Iniciar > Programas >Acessórios e depois em "Ferramentas de Sistema" e daí em "Visualizador da área de transferência", algo assim. Não tenho conhecimento dos termos exatos na língua portuguesa, pois o meu Windows está em alemão (o meu caminho é: Start > Programme > Zubehör > Systemprogramme > Zwischenablage).
Veja abaixo a tela que capturei do "Visualizador da Área de Transferência": na barra de títulos lê-se: Ablagemappe [Zwischenablage], que equivaleria em português a algo como "Mapa de área de transferência [área de transferência]" - algo parecido.